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Criado por duas amigas, o Terra do Sempre busca não mais do que compartilhar interesses, gostos, opiniões, histórias e momentos. Ambas não somos jornalistas ou grande escritoras, tampouco nos definimos como blogueiras, apenas garotas de mesma idade a fim de partilhar seus diferentes pensamentos.










Carolina Bertozzi
24/05/1997
Contato: dodohaner@gmail.com
In Rio De Janeiro

Uma bobagem contada através da palidez de meus lábios, um sorriso faiscante que por tantas vezes não fora tão sincero, um par de olhos claros que tão facilmente mostram e demonstram muito daquilo que eu sou. E talvez tenha uma habilidade extraordinária com palavras, mas não são tão amigáveis e descritíveis quando precisam dizer sobre mim. Provavelmente porque não há uma sequer que possa expressar tão nitidamente o que sou, tão incisivamente o que pretendo ser.  Desta vez só pretendo ser direta, então sem mais delongas, sem mais sensacionalismo, sem mais enrolar, disfarçar, distorcer e inventar: Meu nome eu nem gosto muito de falar, Carolina Bertozzi para todos os demais efeitos. Prefiro que chamem de Carol, por fim apenas Cá. Tenho uma paixão crescente por diversos clichês adolescentes: frio, Londres, nuvens, chuva, sinceridade, livros, palavras, reflexões, sonatas, The Big Bang Theory, super-heróis, macarrão, American Horror Story, história, dramas, tramas, animais, Friends, alcaçuz, skate, vídeo games, Lana Del Rey, New York, natal, internacionalidades, mundo, culturas, Justin Bieber, batata frita, McFLY, Califórnia, Guns N’ Roses, brisas, sabores especiais, aromas florais, Red Hot Chili Peppers, tatuagens, piercings, pizza, James Dean, Swedish House Mafia, Heath Ledger, Jonhy Depp, Star Trek, The Beatles... São tantas palavras que em poucos degraus me constroem que mal cabem aqui, mas preciso confessar que delas o coração é a palavra escrever. Sobre todos os meus defeitos e qualidades, sobre todos os meus desejos e desgostos, sobre todos os fatos consumados, sou baseada pela escrita que sustenta as lágrimas que não choro e os sorrisos que não concordo em abrir, e mais precisamente dizendo não sou nada sem escrever ao menos uma palavra. Por entre as cordas cortantes de um mistério que imerge na escuridão essa sou eu, ou ao menos uma parte de mim.


Karol Victor
08/08/1997
Contato: thelovelydorothy@rocketmail.com
In Recife


Pernambucana com sotaque carioca; estudante de teatro; futura cineasta; sarcástica; forever alone; pseudo nerd; preguiçosa; Galaxy Defender, apaixonada por Ed Sheeran, The Beatles, Sebastião Salgado, Tim Burton, Jonhy Depp e Woody Allen. Sou a garota que vive com os pés fora do chão, a que encontra uma nova razão para sorrir em cada esquina, que não tem medo de encarar o que for pelo o que quer,e principalmente, sou a garota cheia de contradições e manias incontroláveis. Sou uma confusão de palavras e frases sem sentido. Meio sem coesão, meio sem coerência. Sou como um livro com a capa rasurada e desgastada, daqueles que encontramos meio escondidinho na última prateleira da livraria. Alguns folheiam suas páginas, mas sempre o deixam lá, talvez pela leitura for meio chata, ou quem sabe, não entenderem o que estava escrito. Algumas partes complexas demais, já outras, completamente simples. Tudo o que esse livro precisa é de alguém que o leia atentamente, que não o abandone em seus primeiros capítulos. Tudo o que esse livro quer é sair daquela última prateleira. Tudo o que eu quero é ser eu.Não. Não sou nenhuma Clarice Lispector, na verdade, tudo o que escrevo resumisse a uma confusão de palavras meio soltas, meio sem sentido, meio sem noção.Talvez, de alguma forma, isso reflita quem sou. Ou talvez isso não signifique porra nenhuma. Não sou cheia de palavras bonitas, nem tenho uma bela metáfora sempre na manga como Carol, no entanto assim como ela, tudo o que escrevo é uma partezinha de mim. Essa parte que quase ninguém sabe, quase ninguém vê.  Sou uma falsa filósofa, uma falsa poeta, uma falsa eu... Que tal se aventurar por esse mundo? Se você apreciou a estadia e quer ficar um tantinho mais, poder montar acampamento que o passaporte não tem prazo de validade.


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